Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

PROJETO RUAS DE LAZER TEM INÍCIO


O pessoal da CUFA/SE agitando no Basquete de Rua

Ao fundo a galera desenvolvendo outras atividades



Ontem dia 17/05 teve início o Projeto Ruas de Lazer no Conj.Orlando Dantas. Este projeto é realizado pela Secretaria de Esporte e Lazer e CUFA/SE, tendo como principal apoiadora a Vereadora Rosângela Santana.
Foi uma manhã maravilhosa onde levamos para comunidade muitos jogos e brincadeiras como: volei, basquete de rua, tenis de mesa, futebol, corrida de saco,entre outras; além disso apresentações culturais de dança e teatro da própria localidade.
Esse projeto tem como uns dos objetivo resgatar a cultura de lazer que a tempos não vimos em nossa capital.

Ruas de Lazer segue até dezembro, confira o calendário
Bairro Santos Dumont - 14/06/2009
Bairro Suissa - 12/07/2009
Bairro Coroa do Meio - 09/08/2009
Conjunto Sol Nascente – 13/09/2009
Conjunto Augusto Franco – 18/10/2009
Conjunto Bugiu – 15/11/2009
Bairro 18 do Forte – 06/12/2009

Sábado, 2 de Maio de 2009

Chuva muda os rumos da LIIBRA.


Infelizmente por força maior e em virtude da forte chuva que caia na capital Sergipana, nesta manhã de sexta feira, não podemos realizar a LIIBRA no Parque da Sementeira. Então reunimos a equipe técnica de esporte, na pessoa de Chico e Junior (siri), juntamente com os lideres de cada time que já se encontravam presentes, que avaliaram as condições de jogar em quadra molhada, a decisão foi adiar o evento para outra data (23 e 24 de Maio ), num local a ser confirmado e que seja coberto com toda estrutura para realizar o campeonato. Precisávamos respeitar o público que se fez presente, bem como os grupos de dança de rua, conseguimos de forma improvisada um Mimi palco, onde os mesmos pudessem fazer suas apresentações, já que inclusive locamos um som para todo o decorrer do evento. O lanche também foi distribuído para todos que foi fornecido pela secretária de inclusão social, bem como a água mineral patrocinada pela DESO.
Parabéns para todos, que de certa forma buscou o melhor em realizar a LIIBRA na Sementeira, porém acreditamos que Deus não permitiu que fosse naquele espaço e sim em um lugar mais abrangente politicamente para nós e a comunidade periférica.

Ewerton Ciccone

Assessoria de Comunicação
CUFA-SE

Quinta-feira, 30 de Abril de 2009

LIBBRA - OS GIGANTES VÃO INVADIR A SEMENTEIRA



Começa amanhã a LIBBRA etapa Sergipe, 12 times estarão participando da seletiva estadual de basquete de rua.
Os jogos irão acontecer na quadra do Parque da Sementeira, e terão início as 09:30 da manhã. Além dos basquete de rua, terá apresentações de discotecagem, break, graffiti e rap.
Queremos agradecer a todos que nos apoiaram nesse projeto tão grandioso que é a LIBBRA:

DESO
Casa Rua da Cultura
Secretaria de Inclusão Social
Secretaria de Comunicação do Estado
EMSURB
Secretaria de Esporte e Lazer
Prefeitura de Aracaju
Dep estadual. Garibalde
Secretaria de Saúde
Tv Sergipe
Sociba
Família 1000 grau


Segue a programação:


Jogo 01 A 09:30h Aribé Basquete Club X Secret Team
Jogo 02 B 09:45h Cidade Nova X The Blacks
Jogo 03 C 10:00h Club Basketball Aracaju X Família Nosso Clube
Jogo 04 A 10:15h Mente Urbana X Siqueira Campos
Jogo 05 B 10:30h Periféricos X Aliança Street
Jogo 06 C 10:45h Periferia no Ar X Venice Team

Apresentações: Break, Discotecagem e Graffiti

Jogo 07 A 11:15h Aribé Basquete Club X Mente Urbana
Jogo 08 B 11:30h Cidade Nova X Periféricos
Jogo 09 C 11:45h Club Basketball Aracaju X Periferia no Ar

Almoço

Jogo 10 A 14:00h Secret Team X Siqueira Campos
Jogo 11 B 14:15h The Blacks X Aliança Street
Jogo 12 C 14:30h Família Nosso Clube X Venice Team
Jogo 13 A 14:45h Aribé Basquete Club X Siqueira Campos
Jogo 14 B 15:00h Cidade Nova X Aliança Street

Apresentações: Break, Discotecagem e Graffiti

Jogo 15 C 15:45h Club Basketball Aracaju X Venice Team
Jogo 16 A 16:00h Mente Urbana X Secret Team
Jogo 17 B 16:15h Periféricos X The Blacks
Jogo 18 C 16:30h Periferia no Ar X Família Nosso Clube

Apresentação de Hip Hop

DIA 02/05

Jogo 19 Semi 09:30h 1º de A X 1º de B
Jogo 20 Semi 09:45h 1º de C X 2º melhor colocado
Jogo 21 3º e 4º 10:00h Perdedor do jogo 19 X Perdedor do jogo 20

Apresentações: Break, Discotecagem e Graffiti

22 Final 10:30h Ganhador do jogo 19 X Ganhador do jogo 20

Encerramento com Apresentação de Hip Hop

Desejamos a todas as equipes boa sorte!

Quinta-feira, 9 de Abril de 2009

LIBBRA SERGIPE. Os Gigantes vão invadir a Sementeira! \o/


Está chegando! Nos dias 1 e 2 de maio acontecerá na Sementeira a 2ª Seletiva Estadual realizada pela CUFA-SE, o LIBBRA - Liga Brasileira de Basquete de Rua.
O evento suportará 14 equipes de Sergipe que disputarão o título de campeão estadual e irá levá-lo para o nacional, no Rio de Janeiro!
Haverá apresentações de Break, Grafite e Rap durante os jogos. Será um evento bem dinâmico e atrativo àqueles que curtem a Cultura Hip Hop.
Links do orkut referentes ao evento:
Perfil: http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=5313051264159671217
Comunidade: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=85684109
Cartaz: http://www.orkut.com.br/Main#AlbumZoom.aspx?uid=5313051264159671217&pid=1239026866113&aid=1$pid=1239026866113
Panfleto: http://www.orkut.com.br/Main#AlbumZoom.aspx?uid=5313051264159671217&pid=1239026866113&aid=1$pid=1239026644813

Segunda-feira, 6 de Abril de 2009

CUFA/SE GANHA ESPAÇO FÍSICO PARA DESENVOLVER SEUS PROJETOS


Integrantes da CUFA/SE em reunião no novo espaço


Da esqueda pra direita: Seu Cícero, Chico, Lu e Flávia


A Casa CUFA/SE

Foi através de seu Cícero, morador do Loteamento Largo da Aparecida que nós da CUFA/SE conseguimos realizar nosso sonho. Ele nos cedeu uma casa, onde antes funcionava uma escolinha comunitária, mas por dificuldade na manutenção da mesma acabou por ser fechada.
No dia de ontem (05/04), componentes da CUFA/SE fizeram uma faxina no espaço, segundo Chico (Coordenador de Esportes) "será necessário muitos dias pra que a gente possa deixar tudo no lugar". A nossa intenção é colocar pra funcionar lá o núcleo Maria Maria, projetos de teatro, escolinha de basquete de rua, percussão, entre outros.
Sexta-feira próxima (dia 10/04), estaremos novamente na comunidade, não só fazendo a limpeza e arrumação da casa, mas também interagindo com os moradores daquela localidade, o que é fundamental para o desenvolvimento dos nossos trabalho, prova disso foi a calorosa recepção que tivemos dos nossos vizinhos, que nos auxiliaram cedendo materiais para a limpeza do local, bem como nos trabalhos que virão.
Esperamos está trazendo pra comunidade o melhor, e tornando-a visível para a sociedade.

Quarta-feira, 18 de Março de 2009

MV BILL E CELSO ATHAYDE VISITAM O HAITI


Da esquerda para a direita temos o coronel full Alan, coronel Gerson, Bill, Cris Gomes, Celso Athayde, capitão de fragata Amaury e Renatinho Cardoso. Estávamos de saída para ver a noite.




Celso e MV Bill com os basqueteiros do Haiti




Bill conheceu a Favela Cidade de Deus haitiana, relembrou os tempos de infância e foi homenageado pelo Exército Brasileiro e a Marinha do Brasil

Em seu último dia no Haiti, Bill e Athayde acordaram cedo e foram visitar uma favela com um nome bem comum a eles: a favela Cidade de Deus, no Haiti. Ao percorrer becos e vielas, conversaram e conheceram muitos moradores de lá.

A homônima Favela Cidade de Deus, no Rio de Janeiro, se divide em quatro partes, e uma das semelhanças apontadas por MV Bill era que a CDD do Haiti também se dividia em classes sociais. Segundo Bill, é nítido para todos que apesar da miséria, algumas pessoas eram, ainda assim, menos felizes e mais depressivas socialmente.

À tarde, visitaram um projeto da Viva Rio, uma organização não-governamental do Rio de Janeiro que faz trabalhos sociais no Haiti há alguns anos. O trabalho que Bill e Athayde foram conhecer de perto é voltado para mediação de conflitos entre jovens, usando o Hip Hop e outros elementos como instrumento de transformação. Sim, o Hip Hop também é instrumento de transformação no Haiti.

Nesta despedida do Haiti, MV Bill voltou a ser criança novamente. Ele brincou com as crianças no Forte Nacional, uma base militar brasileira onde são feitos vários projetos e ações sociais com jovens e seus familiares.

Celso Athayde enviou à CUFA, durante todos os dias em que esteve no Haiti, um relatório apurado, com várias impressões acerca do país, seus costumes, o cotidiano do povo haitiano. Abaixo, Athayde fez um relato que ao mesmo tempo emociona e choca, tamanha a miséria e dificuldade.

“Algumas coisas que ali aconteciam já não eram para nós novidade no Haiti – sobretudo nas favelas como CT Solei, Bel Air , Broklin, Cité Gerard, Boston, Ti Haiti, entre outras –, como ver mulheres e homens tomando banho na rua absolutamente nus ou mesmo urinando ou defecando à luz do dia em espaços públicos, como se fosse a coisas mais natural do mundo, e para eles é. As crianças são encarregadas de jogar fora, às vezes da noite anterior, no lixo em frente às suas casas ou nos rios entupidos. Pois é, a vida dessas pessoas nestas favelas são tão primitivas que suas casas se quer possuem banheiros. Sem falar que não têm luz, esgoto e comida. A impressão que temos é que todas as pessoas do Haiti trabalham na rua, vendendo qualquer coisa, ou, quem sabe, trocando por outras. O fato é que as ruas ficam repletas de gente, que divide suas comidas regionais vendidas com lixo, esgoto e animais. Um profundo caos em matéria de higiene e saúde publica...”

O Exército Brasileiro

“Derrubamos em nós o mito de que a população não apóia a presença das tropas, sejam elas brasileiras ou não. É evidente que existem pessoas contrárias a essa permanência militar da ONU no Haiti, mas pelo que nós percebemos e perguntamos espontaneamente a quem passava nas ruas e becos, temos a certeza – eu, pelo menos, tenho – de que essa permanência é fundamental e acertada. Se 20% das histórias contadas por esses moradores infelizes e sem educação (50% são analfabetos) forem verdade, se as gangues realmente faziam as atrocidades citadas, então não seria realmente possível promover a paz e as ações sociais nesse ambiente sem que antes houvesse uma intervenção para restabelecer a ordem. Eu, particularmente, perguntei a muitas pessoas. Existiam as que diziam que não podia falar gravando com medo de represália, mas que era importante a presença das tropas. E para fechar essa questão, eu reproduzo aqui a resposta de um jovem de 21 anos da favela de Belé, historicamente uma das mais violentas do Haiti: ‘O Brasil tem armas grandes, os facínoras têm medo dos brasileiros. Se o Brasil forem embora eles vão voltar e vão oprimir a gente. Eu prefiro que o mundo acabe’.

Bem, amigos, a mim não interessa nada além da realidade, e essa foi a que eu vi. Mas gostaria que vocês perguntassem para uma pessoa que está presente nessas comunidades e fazendo um trabalho com elas: é o comandante Amaury, que na condição de militar poderá discutir e ser questionado por todos vocês. E, aliás, acho muito bom que seja. O e-mail dele é amaury.junior1966@gmail.com


As gangues e a violência

“As gangues haitianas sempre tiveram fama de serem muito violentas, vide uma informação que a mim foi narrada por um jovem morador e depois confirmada com riqueza de detalhes por um major da Forca Nacional, que passou a patrulhar as favelas no horário entre 04h e 06h (da manhã):

Quando os trabalhadores e trabalhadoras estavam indo para seus trabalhos com seus poucos pertences é que as gangues cercavam-nos para lhes roubar. Aqueles que não tinham nada para perder eram estuprados, fossem homens, mulheres, velhos ou crianças.

Outras pessoas afirmaram que cada gangue tinha um estuprador, que muitos deles iam para os EUA colocar uma prótese no pênis com ponta de aço para não se limitar à humilhação, mas destruir a vítima. Era evidente que aquilo era real, pois mesmo no Brasil muitas vítimas são espancadas por marginais quando não têm pertences, e tratando-se de um país destruído, de favelas que beiram a selvageria, isso não seria nada improvável.

Bill várias vezes se emocionou durante essa visita, comparando a Cidade de Deus que ele mora e a outra Cidade de Deus que aqui ele visitava. Muitas semelhanças e muitas tristezas. Mas as fotos falam por si mesmas.

Hoje foi o último dia de Haiti, sexta-feira. Sábado é dia de voltar pra casa. Saímos da Cidade de Deus haitiana e partimos para o Forte Nacional, mas antes demos uma passadinha rápida no Palácio do Governo...

Esse é um dos poucos contrastes do Haiti: quando temos um Palácio tão nobre, tal alvo e tão imponente, a metros de distância encontramos pessoas famintas. Outra coisa que me chamou a atenção foi que as mulheres não se depilam. Então, perguntei ao nosso tradutor, um negão de 57 anos, a razão. Ele explicou que em sua cultura as mulheres não se depilam porque quando elas fazem isso é porque estão doentes, com doenças contagiosas, e por tanto, nenhum homem se aventuraria a uma relação com elas.

As curiosidades não paravam. O sol era escaldante e eu já tinha visto em alguns momentos alguns adultos espancarem crianças – imagino que fossem seus filhos, ninguém intervinha ou, se quer, esboçava reações. Em nossas conversas com a população ficamos sabendo que as brigas de família são comuns, exatamente como em qualquer lugar do mundo, só que ali tinha uma diferença: os pais, sobretudo as mães, batem nos filhos com pedras para machucá-los, e é muito comum, seja em família ou entre vizinhos, os esfaqueamentos sem perfurações profundas, mas aqui existe a cultura do corte no corpo das pessoas, sobretudo no rosto. As garrafas também são muito usadas para essa finalidade.”
Dia-a-dia, saídas, fotos, visitas e relatos emocionantes em:www.cufa.org.br

FONTE: www.cufa.org.br

Domingo, 8 de Março de 2009

FOMOS AO TEATRO SIM!


Tia Vivi e seus pupilos em frente ao Teatro Tobias Barreto

As crianças do projeto e os atores da peça


As crianças que participam do projeto de teatro no bairro América, foram neste último sábado assistir a peça "Tistu O Menino do Dedo verde" acompanhados da tia Vivi e da tia Lu.
Ver a alegria estampada no rosto daquelas crianças foi maravilhoso! Alguns deles nunca tinham ido a um teatro, e aí fica nítido o porque de tanta curiosidade.Durante a peça todos ficaram quietos e atentos a nomes e aos movimentos dos personagens, sorriram, bateram palmas acompanhando os ritmo das músicas, se integraram e se divertiram bastante. Ao final da apresentação poderam tirar fotos e conversar com os atores. O propósito deste passeio, além da integração do grupo, foi mostrar o que é uma peça de teatro.
Ao retornarmos para casa fizemos um delicioso lanche!
Queremos agradecer aqui a participação de parceiros que possibilitaram essa alegria a todos nós: Jorge Lins, Casa Rua da Cultura (em especial a Tia Bárbara) e SOCIBA, obrigado! Agora podemos dizer: Fomos ao teatro SIM.